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Se quisermos, em futuro breve, contar com uma população mundial nutrida é preciso, desde já, combater o desperdício de alimentos

Se quisermos, em futuro breve, contar com uma população mundial nutrida é preciso, desde já, combater o desperdício de alimentos

Quantas vezes – quando era criança – você não ouviu a frase “nada de brincar com a comida, nem de desperdiçar, raspe o prato porque tem muita gente no mundo que não tem o que comer!”?

Muitas, apostamos.

E a advertência tinha toda a razão de ser.

De acordo com os prognósticos, em 2050, a população mundial ultrapassará a marca de nove bilhões de pessoas e a expectativa é que a demanda por alimentos aumente – até lá – cerca de 60%.

Bom, nem é preciso dizer que não há como construir um “puxadinho” no Universo e criar uma “Terra-b”, certo? 

Fato. Não há como o planeta expandir para produzir mais alimentos. Então, se quisermos garantir a sustentabilidade – não só da produção como de toda a cadeia de valor (com viabilidade econômica no longo prazo) – teremos de produzir cada vez mais com cada vez menos recursos.

Equação complexa, não?

De acordo com a ONU, para reduzirmos o mapa da fome – até 2030 – precisaremos consolidar a produção sustentável de alimentos e implementar práticas agrícolas resilientes. Estas terão de aumentar a produtividade e ajudar a manter ecossistemas que fortaleçam a capacidade de adaptação de acordo com mudanças climáticas, calor excessivo, secas, dilúvios e outros desastres.

Os números que a organização mundial oferece merecem atenção especial: 10% do desperdício ocorre no campo, 30% durante o manuseio e transporte dos alimentos, 30% no comércio e 10% na mesa do consumidor final.

Pensa que parou por aí?

Nada disso!

Segundo a FAO (The Food and Agriculture Organization), 1/3 dos alimentos produzidos em todo o mundo é desperdiçado.

Assustador, não?

Não custa frisar, com tanta gente (ainda) passando fome no mundo...

O tal volume de alimentos desperdiçados consumiu – para ser produzido – um quarto de toda a água e terra usadas na agricultura. E ocupou, no total, sabe quanto em área? Extensão igual à da China, responsável por 8% das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE).

Ufss!!

Mas como fazer para combater o desperdício?

Uma das melhores formas é ampliar o acesso de todos “os atores da cadeia de produção de alimentos” (chegando até o consumidor final) à informação e à tecnologia.

Convocar todos para que ajudem nesta tarefa é mais do que necessário.

Cada um que colaborar para o bom andamento da “engrenagem” é “peça” que pode fazer diferença – substancial – em um cenário futuro, com um mundo mais sustentável.

Entendeu agora a importância da frase que você já ouvia desde criança?

Continue você reproduzindo-a por aí!

O mundo – tentemos desde já, bem alimentado – agradece.


[Fonte: https://revistagloborural.globo.com]